2 de dezembro de 2011

ativismo judicial

"Pois bem. Seria daí legítimo um juiz, definitivamente convencido de ser a representação do bom e do justo nesta galáxia, dizer que o aborto não é mais crime pois tal tipificação feriria o oleoso e seboso princípio da… da… da….
Ah, que se dane o princípio que ele iria citar. Isso é o de menos!
Importa, sim, questionar: É legítimo o juiz dizer o que é ou não é direito, definitivamente legislando, à vista de suas idiossincrasias?, tudo sob o putaquepariomente voluntarista objetivo de concretizar a Constituição?"

1 comentários:

  1. Ó não, Babys! Esse dia chegou: você está escrevendo sobre direito! HAHAHAHAHAHAHA!

    Você foi contaminada!!! HAHAHAHA! Não imaginava que presenciaria esse fenômeno (era óbvio que um dia isso aconteceria), mas ele ocorreu diante meus olhos: está aí você divagando sobre ativismo judicial, pensando sobre separação de poderes, direito, etc. Ê laiá!

    Beijos, minha jurista branquela do coração.

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alor